
Hoje cheguei à certeza absoluta de eu deveria anotar todos os meus pensamentos vagos, minhas idéias mirabolantes e aquela imaginação fértil que entra em ação quando eu menos espero, menos tenho vontade de buscar a caneta e o papel.
É que as idéias são muitas e todas aparecem de uma vez só. O papel e a caneta estão sempre distantes nessa hora e talvez por isso eu precise urgentemente de um bloquinho de bolso e uma pequena caneta para anotar essas palavras malandrinhas, sempre que me vierem à mente.
Não gosto muito do que escrevo porque sempre me parece infantil, mas ainda assim escrevo. Gostaria mesmo é de ser um pouco comediante, irôrica, algo parecido com Luís Fernando Veríssimo – o meu autor favorito. Acontece que a timidez e a baixa estima dos últimos tempos me deixa travada e faz com que eu deixe os melhores escreverem por mim.
Salvo pequenas exceções como essa aqui, por exemplo, onde eu me permito pelo menos pensar um pouco e escrever qualquer besteira, sem medo de cometer erros crassos.

Eu penso que... Disse:
on 25 Agosto, 2007 at 17:44
Sou um pouco como vc. As idéias boas sempre aparecem fora de hora. E nunca tenho papel por perto para anotar. Acabei aceitando a sugestão de uma amiga blogueira e deu certo. Comprei um caderninho e saio anotando quando surge uma idéia…
Vou tentar visitar seu blog mais vezes.
Bjs
Enquanto isso… « Pega no meu Blog! Disse:
on 26 Agosto, 2007 at 17:44
[...] Um dilema sobre as transcrições de pensamentos também pode ser encontrado nas Reflexões de uma garota sem Norte. [...]
renan Disse:
on 20 Dezembro, 2008 at 17:44
o maior obstáculo de um escritor sempre será a primeira palavra. E a importância da crítica de quem ler, sua maior vergonha.
escreva sempre.