
O coração se alimenta de vida, aventura, impulsividade.
Gosta mesmo é de viver loucamente, experimentar coisas novas, aprontar que nem criança.
O coração vive tirando sarro da razão, tão séria e responsável, cheia de formalidades. A razão se preocupa o tempo todo, pensa sempre antes de agir.
Às vezes, de tanto pensar, age tarde, perde o bonde.
O que o coração não sabe é que a razão tem boa memória. Ela guarda nas lembranças o sofrimento que o coração provoca quando age sem pensar.
